BPFron apreende aparelhos que poderiam ser usados para pirataria de sinal

(Foto: BPFron)

Na tarde desta quarta-feira (12), Policiais Militares do BPFron que participam da Operação Hórus, apreenderam diversos receptores de TV (semelhantes aos usados para piratear sinal de emissoras de televisão) oriundos do Paraguai.

A mercadoria estava em duas malas, no bagageiro de um ônibus que fazia linha Foz do Iguaçu/PR x Rio de Janeiro/RJ, que foi abordado pelos policiais em Cascavel. Os proprietários foram identificados e a mercadoria foi apreendida e encaminhada a Receita Federal do Brasil em Cascavel.

Com informações do BPFron

Fundação Municipal de Saúde abre seleção emergencial para técnico de enfermagem em Foz

(Foto: PMFI)

Inscrições podem ser feitas nos dias 13, 14 e 17 de agosto no Hospital Municipal Padre Germano Lauck.

A Fundação Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, informou nesta quarta-feira (12) que realizando um Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação temporária de técnicos em enfermagem pelo prazo de 6 (seis) meses, podendo ser prorrogada, no regime da CLT, até a homologação do Concurso Público nº 001/2020, que está tramitando.

As inscrições poderão ser feitas pessoalmente no setor de Protocolo do Hospital Municipal Padre Germano Lauck, na Rua Adoniran Barbosa, nº 370 – Jardim Central, no período das 8h00 às 12h00 e das 13h00 às 16h30, entre os dias 13, 14 e 17 de agosto. O candidato deverá apresentar sua ficha de inscrição devidamente preenchida.

Os critérios de avaliação e a aprovação no Processo Seletivo irão acontecer mediante a avaliação de experiência profissional comprovada em serviços de saúde em Instituição Hospitalar.

O edital, as informações e o requerimento de inscrição podem ser acessados AQUI. Basta clicar em Concursos e ir até o PSS 003/2020.

Leia mais: https://www5.pmfi.pr.gov.br/noticia-46276

Paraná chega a 96.697 casos e 2.488 mortes pelo Covid-19

(Imagem: AEN)

Informe desta quarta-feira (12) da Secretaria de Estado da Saúde confirmou 1.818 novos casos de Covid-19 e mais 71 óbitos. Dos pacientes internados, 1.087 têm diagnóstico confirmado e outros 1.071 aguardam exames.

A Secretaria de Estado da Saúde informou que o Paraná tem 96.697 casos confirmados de Covid-19 e 2.488 mortes em consequência da infecção até esta quarta-feira (12). Foram confirmados mais 1.818 diagnósticos positivos e 71 óbitos em decorrência do Covid-19.

Óbitos – A secretaria estadual informa a morte de 71 pacientes. Todos estavam internados. São 31 mulheres e 40 homens com idades que variam de 30 a 102 anos. Um óbito ocorreu em 24 de junho, dois em julho e os demais no mês de agosto.

Confira o informe completo.

Leia mais: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108332&tit=Parana-chega-a-96.697-casos-e-2.488-mortes-pelo-coronavirus

Foz registra 63 novos casos de Covid-19 e mais dois óbitos

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirmou nesta quarta-feira (12), 63 novos casos de Covid-19, totalizando 3.945 casos da doença no município. Deste total, 3.689 pessoas já estão recuperadas.

Dos novos casos, 27 são mulheres e 36 homens com idades entre 01 e 79 anos. Todos estão em isolamento domiciliar. Dos casos confirmados ativos, 160 estão em isolamento domiciliar com sinais e sintomas leves e 54 pessoas estão internadas.

Óbitos – Foz do Iguaçu registrou mais dois óbitos em decorrência do Covid-19, totalizando 42 mortes pela doença no município. As vítimas são uma mulher de 62 anos e um homem de 67 anos.

A mulher estava internada no Hospital Municipal Padre Germano Lauck desde o dia 24 de junho. Com resultado positivo para a Covid, ela deu entrada na unidade com dispneia e diarreia. O quadro se agravou com pneumonia e evoluiu para óbito, ocorrido nesta terça-feira (11). A paciente era hipertensa e possuía problemas renais.

O homem estava internado no Hospital Municipal desde o dia 26 de julho com sintomas respiratórios. O quadro se agravou com pneumonia e infecção generalizada, vindo a óbito na manhã de hoje (12). O idoso era hipertenso e diabético.

Veja o boletim completo AQUI.

Com informações da AMN

Inscrições para o Pense Agro terminam neste domingo

(Imagem: AEN)

A maratona de inovação, promovida pela Fetaep e pelo Governo do Estado, tem o objetivo de fomentar a cultura da inovação na agricultura familiar e busca por soluções que possam ser aplicadas no ensino técnico agrícola do Estado.

As inscrições para o Pense Agro, hackathon online da Escola Agrícola 4.0, terminam neste domingo (16). A maratona de inovação, promovida pela Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep) e pelo Governo do Estado, tem o objetivo de fomentar a cultura da inovação na agricultura familiar e busca por soluções que possam ser aplicadas no ensino técnico agrícola do Estado.

Para se inscrever, basta acessar o link “Inscrição” no site www.penseagro.pr.gov.br.

O hackathon acontece entre 21 e 23 de agosto e é voltado principalmente para estudantes dos colégios agrícolas paranaenses, mas a participação também é aberta para professores, pesquisadores e profissionais da agricultura ou da inovação.

Os participantes deverão criar soluções para os desafios propostos dentro de três temas: Energias Renováveis, Uso e Reúso de Água e Horticultura em Condições Climáticas Adversas. As soluções passarão pela avaliação de um júri e as três melhores serão premiadas.

O primeiro lugar receberá R$ 3 mil e uma vaga no programa Startup Level One do Sebrae. A equipe que ficar na segunda posição ganhará R$ 2 mil e 5 horas de consultoria gratuita no Sebrae. Os terceiros colocados recebem um prêmio de R$ 1 mil e 2 horas de consultoria na entidade.

Desafios – Na categoria de Energias Renováveis, são seis desafios, que incluem produção de energia autossustentável, otimização do consumo de energia no processo de ordenha, criação de um sistema de controle automático para biodigestores e de uma máquina de secagem de grãos com controle de umidade, projeção de um sistema de iluminação externa e de ferramentas mais eficientes para o aquecimento de aviários.

Cinco desafios foram propostos dentro do tema Uso e Reúso de Água, incluindo o desenvolvimento de programas de educação ambiental para sensibilizar sobre a preservação da água e de monitoramento da qualidade da água de rios e córregos no entorno das propriedades; criação de sistemas de irrigação eficientes, de reaproveitamento da água em estufas e viveiros e de descontaminação e reúso dos recursos hídricos.

Dentro da categoria Horticultura em Condições Climáticas Adversas, são seis desafios: avaliação da taxa de incidência luminosa e desenvolvimento vegetal; da umidade, acidez e fertilidade do solo; identificação de deficiências nutricionais em sistemas controlados; sistemas inteligentes para o controle de pragas; materiais eficientes para a cobertura de solo e materiais e técnicas alternativas para a construção de estufas.

No Pense Agro, serão desenvolvidas alternativas para serem aplicadas nas pequenas propriedades rurais da região e nas atividades do CEEP, que passará a contar com disciplinas voltadas para a inovação e vai funcionar como um laboratório do que pode ser aplicado em todo o Ensino Técnico Agrícola do Estado.

Leia mais: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108322&tit=Inscricoes-para-o-Pense-Agroterminam-neste-domingo

Paraná conquista reconhecimento nacional de Área Livre de Aftosa sem Vacinação

(Foto: AEN)

Título foi concedido por Instrução Normativa da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Conquista histórica deixa o Paraná mais perto do reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal.

O Paraná obteve reconhecimento nacional de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, uma conquista histórica para o setor agropecuário. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina assinou nesta terça-feira (11) a Instrução Normativa nº 52, que concede o título ao Paraná, Acre, Rio Grande do Sul, Rondônia, e regiões dos Estados do Amazonas e de Mato Grosso.

A IN deve ser publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12) e passa a vigorar em 1º de setembro.

A medida deixa o Paraná mais perto do reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deve formalizar ainda neste mês o pedido à OIE, e a expectativa é que a entidade chancele a nova condição em maio de 2021.

Com isso, o setor vai garantir a abertura de novos mercados e atrair investimentos com a potencialização das cadeias de suínos, peixe, frango, leite e pecuária bovina de corte.

Exportações – O status sanitário internacional permitirá ao Paraná praticamente dobrar as exportações de carne suína, por exemplo, das atuais 107 mil toneladas para 200 mil toneladas por ano. Isso pode acontecer em caso de o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária.

Cadastro – Desde outubro de 2019 está proibido o uso e comercialização da vacina contra febre aftosa no Paraná. A campanha de vacinação, que acontecia duas vezes por ano, foi substituída pela campanha de atualização de rebanhos, que começou em 1º de maio deste ano e, por conta da pandemia, se estenderá até 30 de novembro. O cadastro é obrigatório para garantir a rastreabilidade e a sanidade do rebanho.

Leia mais: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108326&tit=Parana-conquista-reconhecimento-nacional-de-Area-Livre-de-Aftosa-sem-Vacinacao

Missão brasileira embarca com 6 toneladas de material para Beirute

Capital libanesa foi fortemente afetada por uma explosão há 8 dias.

A aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), foi carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil. Outro avião da FAB, o Embraer 190, leva os integrantes da comitiva.

As duas aeronaves decolaram de São Paulo rumo a Fortaleza, no Ceará, onde será realizado o primeiro intervalo técnico. Na sequência, elas seguem para a Ilha do Sal, em Cabo Verde, e prosseguem para Valência, na Espanha. Só então decolam rumo a Beirute, com chegada prevista para a tarde de amanhã (13).

Além da missão especial humanitária, o governo brasileiro apoia o país por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que continuam colaborando na elaboração de mapas com imagens de satélites de Beirute, para as atividades de mapeamento emergencial pós-desastre.

Crise econômica e política – As explosões na região portuária de Beirute foram causadas por problemas no armazenamento de cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes. O evento causou pânico e destruição na capital libanesa e deixou mais de cem pessoas mortas e milhares de feridos e desabrigados, muitos com queimaduras graves.

O porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país e a explosão deixou os libaneses com pouca reserva de alimentos. O Líbano possui 6,8 milhões de habitantes.

A tragédia ocorreu em meio a uma crescente crise econômica e divisões internas no país. Na segunda-feira (10), o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou a renúncia de seu governo após protestos públicos contra os líderes do país.

Em pronunciamento, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”. Vários ministros também já haviam renunciado no fim de semana.

Leia mais: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-08/Missao-brasileira-embarca-com-toneladas-de-material-a-Beirute

Aventuras no Iguaçu – O Rito de Passagem

Arte final da capa do livro. (Foto: Divulgação)

O guia de turismo e escritor Gabriel Boya aproveitou a quarentena para tirar da gaveta um projeto bem especial. Em um primeiro momento ele chegou a pensar que o lançamento do livro Aventuras no Iguaçu – O Rito de Passagem  poderia ser prejudicado pela questão da pandemia e do distanciamento social, mas como esse trabalho vem sendo amadurecido e executado há pouco mais de 18 meses, nada melhor que aproveitar o que resta de 2020 e levar boas histórias para as pessoas.

“Acredito que temos direito a uma boa distração, a boas risadas e a ouvir boas histórias. É isso que oferecemos com a saga de Pedro e Kakau, dois jovens aventureiros, imbatíveis e astutos, que convidam o leitor para uma aventura”, afirma Boya.

Para o autor, que desde sempre se dedicou a arte do entretenimento, seja trabalhando na indústria do turismo ou escrevendo, o objetivo é um só: alegrar os corações das pessoas.  

Sobre o livro ele dá uma dica: “Leia como se assistisse a um filme”.

Kakau e Pedro

Sem dar spoiler, Boya adianta que Kakau e Pedro, são dois jovens irmãos de família humilde, dotados de inteligência acima da média, que vivem aventuras futurísticas no congelante inverno de 1975, na pacata cidade de Foz do Iguaçu.

“Nunca pense, porém, que atravessar fronteiras e encarar caronas em estradas empoeiradas poderiam deter esses dois, pelo contrário. O gosto pela aventura, a batalha contra o medo e a sede de aprendizado fazem parte dessa novela juvenil que desvenda as múltiplas faces da região que abriga uma das mais deslumbrantes paisagens do planeta: as Cataratas do Iguaçu”, conta.

O escritor ainda relata que “numa rara mistura de sorte e oportunismo, a dupla desvenda mistérios e viaja pela selva missioneira de maneira inusitada, além de se divertir como dois adolescentes, praticando seus esportes preferidos”.

O autor

Grabiel Boya (Foto: Divulgação)

Ademir Gabriel Paz, o GABRIEL BOYA, tem 56 anos, é paranaense de Moreira Sales, iguaçuense de coração e cidadão do mundo. Mudou-se para Foz junto com a família aos 6 anos de idade.  

Na década de 1980, iniciou sua carreira profissional como guia local no turismo de Foz do Iguaçu. Sempre se interessou por idiomas e domina o inglês desde os 18 anos. Posteriormente estudou espanhol por acreditar que “portunhol” não se tratava de idioma efetivo e atualmente é acadêmico de Letras na UDC-Foz.

Considerando que a indústria do turismo não se resume somente aos serviços dos guias,  atuou também nos bastidores, ocupando cargos de operação, coordenação, gerência  operacional e geral e cargos técnicos em agências de turismo. Dentro do Parque Nacional do Iguaçu atuou desenvolvendo atividades de trekking, bike ridind, e outros esportes.

Pré-venda

Para publicar o livro, no entanto, Boya está fazendo a pré-venda dos exemplares pela internet. Ele pretende imprimir 300 exemplares (cada um com cerca de 100 páginas) a um custo total aproximado de quase R$ 9.000,00. Quem estiver curioso para participar dessa aventura, pode apoiar. É só clicar AQUI.

(Foto: Divulgação)

Cris Loose, com Assessoria

Preço das terras no Paraná cresceu cerca de 12% este ano

(Foto: AEN)

Percentual foi influenciado pela variação do preço da soja, que é o principal preço de referência na comercialização das terras no Estado. No município de Foz de Iguaçu, o valor médio atingiu R$ 101.500,00 o hectare.

O levantamento foi feito em março/2020 pelo Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, e pode ser usado por muitos proprietários como parâmetro na declaração do Imposto Territorial Rural (ITR).

Segundo o coordenador da Divisão de Estatística do Deral, Carlos Hugo Godinho, apesar do incremento, ele ainda está abaixo da variação do preço da saca de soja, cujo valor evoluiu 21% no mesmo período. Isso porque o preço da soja é o principal mas não é o único fator que baliza a evolução na valorização das terras no Paraná.

Pela primeira vez, o valor das terras levantado pelo Deral superou a marca de R$ 100 mil o hectare em área cultivável. Foi o caso de terras no município de Foz de Iguaçu, cujo valor médio atingiu R$ 101.500,00 o hectare.

Já o menor valor foi verificado no município de Pontal do Paraná, região do Litoral, cujo valor foi R$ 16.900,00 o hectare, em função das restrições de plantio por questões ambientais.

A classificação de terras no Estado vai de I a VIII, de áreas planas e férteis até muito declivosas, rasas ou pedregosas, restringindo o uso na agricultura.

Região Oeste – Pelo levantamento, as áreas mais valorizadas, entre R$ 80 mil a R$ 100 mil o hectare estão localizadas na região Oeste, que tem elevada aptidão para o plantio de grãos, boa infraestrutura de estradas e uma ferrovia, próximas a cooperativas e centrais de recebimento de grãos e, ainda, próximas à indústria avícola e suína, indutoras da transformação da proteína vegetal em proteína animal.

Região Sudoeste – O Estado também tem terras muito baratas, como as que estão localizadas em área de serra no Sudoeste. Para se ter uma ideia, no município de Coronel Domingos Soares, existem áreas para comercialização por R$ 2.300 o hectare. Essas áreas têm restrições ambientais e não podem ser usadas para agricultura, pecuária ou cultivo florestal. Mas há um mercado para essas terras que é a necessidade de cumprimento da legislação ambiental, que determina a averbação de 20% da área agricultável para preservação.

O produtor que tem uma área produtiva para o cultivo de grãos em qualquer região do Estado pode adquirir essas terras em locais de cultivo proibido para deixar exclusivamente para preservação ambiental, fazendo assim a compensação exigida pela legislação.

Leia mais: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=108318&tit=Preco-das-terras-no-Paranacresceu-cerca-de-12-este-ano

Homem condenado por contrabando deverá prestar 365 horas de serviços comunitários

Com o entendimento de que a prestação de serviços à comunidade representa medida socioeducativa e punitiva de caráter ressocializador, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou um recurso de agravo em execução penal interposto por um homem condenado por contrabando.

Ele requeria a substituição da pena de prestação de serviços comunitários pelo pagamento de cestas básicas. A decisão unânime do colegiado foi proferida durante sessão virtual de julgamento do dia 5/8.

O homem de 36 anos foi preso no município de Santa Tereza do Oeste (PR) contrabandeando mercadorias estrangeiras diversas, como aparelhos eletrônicos e cigarros. O material apreendido foi avaliado à época em cerca de R$ 16 mil.

Ele foi condenado pela Justiça Federal do Paraná a um ano de reclusão em regime aberto. Essa pena privativa de liberdade foi substituída por pena restritiva de direitos, na modalidade de prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas durante 365 horas.

No agravo de execução penal interposto no Tribunal, o réu alegou que não teria condições de cumprir as horas de serviço comunitário impostas a ele por possuir mais de uma atividade de trabalho, inclusive aos finais de semana.

Entretanto, no entendimento do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator do recurso, o artigo 148 da Lei de Execução Penal estabelece que cabe ao juízo da execução alterar a forma de cumprimento das penas de prestação de serviços e de limitação de fim de semana, ajustando-a às condições pessoais do condenado e às características do estabelecimento, entidade ou programa comunitário.

Jurisprudência – A jurisprudência firmada pela 8ª Turma do TRF4 e utilizada pelos desembargadores neste julgamento afirma o seguinte: “A prestação de serviços à comunidade é a modalidade de sancionamento alternativo que melhor atende às finalidades da pena, especialmente no quesito recuperação e conscientização do infrator, que, ao prestar serviço comunitário, experimenta com mais efetividade as consequências do ato ilícito praticado, dando uma resposta útil à sociedade através de seu labor”.

Leia mais: https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&id_noticia=15359